
Centro de reabilitação da emergência médica em Sulimaniyah, criado em 1998 por uma ONG italiana. Começou por ser um
posto para tratar vítimas das minas antipessoais, mas é agora um centro hospitalar central. Há pelo menos 7 milhões de minas
terrestres dispersas no Curdistão e embora os acidentes com minas antipessoais tenham diminuído nos últimos anos, continuam a aparecer aqui vítimas destas
armas.
Hamina Khidhir Abdullah, nascida em 1955, é da região de Alsho,
da província de Sulimaniyah. Tinha ido às montanhas procurar frutas selvagens e uma mina explodiu-lhe nas pernas. Perdeu
um pé e sofreu vários outros ferimentos. O seu marido foi assassinado durante a campanha de Anfal, há 18 anos atrás, e ela ficou sozinha com os seus seis filhos.
Sulimaniyah, Curdistão, 2005.

O partido do Hezbollah
no Líbano é mais do que um exército da guerrilha. Transformou-se
num partido político e uma organização que chefia e orienta uma
grande rede de instituições sociais. Os seus membros são principalmente muçulmanos de etnia xiita.
Beirute, 1996.

Evidências das armas químicas usadas por Saddam Hussein contra os curdos.
O menino, de sete anos de idade, ficou cego depois de ser atingido pela explosão de uma bomba. O exército iraquiano lançou uma ofensiva bombista contra os curdos em fuga após uma insurreição curda falhada durante a Guerra do Golfo.
©
ed kashi
Iraque, 1991.