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poema de Natal | olham os poetas as crianças das vielas mas não pedem cançonetas mas não pedem baladas o que elas pedem é que gritemos por elas as crianças sem livros sem ternura sem janelas as crianças dos versos que são como pedradas. olham os poetas as crianças das vielas mas não pedem cançonetas mas não pedem baladas o que elas pedem é que crianças por elas as crianças sem livros sem ternura sem janelas as crianças dos versos que são como pedradas. olham os poetas as crianças das vielas mas não pedem cançonetas mas não pedem baladas o que elas pedem é que gritemos por elas as crianças sem livros sem ternura sem janelas as crianças dos versos que são como pedradas. olham os poetas as crianças das vielas mas não pedem cançonetas mas não pedem baladas o que elas pedem é que gritemos por elas as crianças sem livros sem ternura sem janelas as crianças dos versos que são como pedradas. olham os poetas as crianças das vielas mas não pedem cançonetas mas não pedem baladas o que elas pedem é que gritemos por elas as crianças sem livros sem ternura sem janelas as crianças dos versos que são como pedradas. olham os poetas as crianças das vielas mas não pedem cançonetas mas não pedem baladas o que elas pedem é que gritemos por elas as crianças sem livros sem ternura sem janelas as crianças dos versos que são como pedradas. olham os poetas as crianças das vielas mas não pedem cançonetas mas não pedem baladas o que elas pedem é que gritemos por elas as crianças sem livros sem ternura sem janelas as crianças dos versos que são como pedradas. | SIDÓNIO MURALHA
mús. Cantec de Cracium M. Badulescu |